Sábado, Outubro 13, 2007
Sexta-feira, Setembro 28, 2007
Terça-feira, Setembro 18, 2007
Domingo, Setembro 16, 2007
Sábado, Setembro 15, 2007
Quinta-feira, Setembro 13, 2007
Domingo, Setembro 09, 2007
Sábado, Setembro 08, 2007
Far... Far away....

Abandonar a cidade, o interior, o corpo
E fugir para um lugar desabitado
Onde o verde e o azul vagueiam livres de tempestades...
Metamorfosear-me em poema
Dispersar pensamentos nas opalinas águas
E vestir-me de peixes
Descascando a madrugada de cetim...
Beber a bruma
Encharcada de dunas
Pelas praias que se espraiam
Ao virar o universo,
Lugares onde o fogo aquece a chama,
E os ossos rangem de contentamento…
Comer tristeza
E explodir alegria,
Rasgar a pele atrás das árvores,
Beber as luzes ilegíveis de véus,
Mergulhar na noite e devorar o sonho,
Comer as veias da ideia, pedra filosofal....
Embriagar-me do sémen quente da lua.........
………………………………………………………………...
...E adormecer… no meu privado habitat…
Dando vida ao poema…
Que sempre em mim habitou… (e tropeçou)…
E fugir para um lugar desabitado
Onde o verde e o azul vagueiam livres de tempestades...
Metamorfosear-me em poema
Dispersar pensamentos nas opalinas águas
E vestir-me de peixes
Descascando a madrugada de cetim...
Beber a bruma
Encharcada de dunas
Pelas praias que se espraiam
Ao virar o universo,
Lugares onde o fogo aquece a chama,
E os ossos rangem de contentamento…
Comer tristeza
E explodir alegria,
Rasgar a pele atrás das árvores,
Beber as luzes ilegíveis de véus,
Mergulhar na noite e devorar o sonho,
Comer as veias da ideia, pedra filosofal....
Embriagar-me do sémen quente da lua.........
………………………………………………………………...
...E adormecer… no meu privado habitat…
Dando vida ao poema…
Que sempre em mim habitou… (e tropeçou)…
Quarta-feira, Agosto 29, 2007
Sexta-feira, Agosto 24, 2007
Quarta-feira, Agosto 22, 2007
. . .
Neste girar
Há ondas que não vão nem vêm…
Marés que nos submergem de sal azul…
Mares por onde navegamos sem rumo nem destino
Pelos sonhos de caules e bolhas afogados
No fervilhar da água
Pronta para embriagar-se
Na saqueta de chá afrodisíaco
Dos abraços a desconhecidos...
Há ondas que não vão nem vêm…
Marés que nos submergem de sal azul…
Mares por onde navegamos sem rumo nem destino
Pelos sonhos de caules e bolhas afogados
No fervilhar da água
Pronta para embriagar-se
Na saqueta de chá afrodisíaco
Dos abraços a desconhecidos...
Terça-feira, Agosto 21, 2007
. . .
"Caminho como sempre caminhei, dentro de mim - rasgando paisagens, sulcando mares, devorando imagens..." - Al Berto
"O Amor" by Fernando Pessoa
"O amor, quando se revela...
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p' ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
P'ra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."
Fernando Pessoa
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p' ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
P'ra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."
Fernando Pessoa
Sexta-feira, Agosto 17, 2007
Terça-feira, Maio 01, 2007
Segunda-feira, Abril 23, 2007
"Dream on"
"Every time that I look in the mirror
all these lines on my face getting clearer
the past is gone
it went by like dusk to dawn
isn´t that the way
everybody´s got their dues in life to pay
yeah, I know nobody knows
where it comes and where it goes
I know it´s everybody´s sin
you got to lose to know how to win
half my life's in books' written pages
live and learn from fools and from sages
you know it´s true
all the things come back to you
sing with me, sing for the years
sing for the laughter and sing for the tears
sing with me, if it´s just for today
maybe tomorrow the good Lord will take you away
dream on, dream on, dream on,
dream yourself a dream come true
dream on, dream on, dream on,
and dream until your dream comes true
dream on"
all these lines on my face getting clearer
the past is gone
it went by like dusk to dawn
isn´t that the way
everybody´s got their dues in life to pay
yeah, I know nobody knows
where it comes and where it goes
I know it´s everybody´s sin
you got to lose to know how to win
half my life's in books' written pages
live and learn from fools and from sages
you know it´s true
all the things come back to you
sing with me, sing for the years
sing for the laughter and sing for the tears
sing with me, if it´s just for today
maybe tomorrow the good Lord will take you away
dream on, dream on, dream on,
dream yourself a dream come true
dream on, dream on, dream on,
and dream until your dream comes true
dream on"
Segunda-feira, Abril 16, 2007
Segunda-feira, Março 05, 2007
Sábado, Fevereiro 24, 2007
Quarta-feira, Fevereiro 21, 2007
Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007
Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007
Domingo, Fevereiro 04, 2007
Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007
Domingo, Janeiro 28, 2007
Quinta-feira, Janeiro 25, 2007
Quarta-feira, Janeiro 24, 2007
Se ao menos fosse fácil
Quebrar a barreira do pensar
E voar livremente
Pelas folhas do sentir...
Sophia d'Eiro
Quebrar a barreira do pensar
E voar livremente
Pelas folhas do sentir...
Sophia d'Eiro
Miopias de raciocínio
Eles não sabem o que é acordar
Com angústia de o fazer!
Não sabem o que é o pensar
E a transformação que o leva a ser!
Uma ideia uma vez expandida
Nunca atrás volta a ver!
Um coração despedaçado
Nunca esquece de tentar esquecer...
Os preconceitos deste mundo
São tão difíceis de fazer ver!
Por isso escrevo estas palavras
Contornando as paisagens
De serras meio rasgadas
Que um dia deixarei de ver
Sophia d'Eiro
Com angústia de o fazer!
Não sabem o que é o pensar
E a transformação que o leva a ser!
Uma ideia uma vez expandida
Nunca atrás volta a ver!
Um coração despedaçado
Nunca esquece de tentar esquecer...
Os preconceitos deste mundo
São tão difíceis de fazer ver!
Por isso escrevo estas palavras
Contornando as paisagens
De serras meio rasgadas
Que um dia deixarei de ver
Sophia d'Eiro
Segunda-feira, Janeiro 22, 2007
Segunda-feira, Janeiro 15, 2007
Terça-feira, Janeiro 02, 2007
Domingo, Dezembro 31, 2006
Sábado, Dezembro 23, 2006
Terça-feira, Novembro 07, 2006
Domingo, Novembro 05, 2006
Segunda-feira, Outubro 30, 2006
Terça-feira, Outubro 10, 2006
Beira-mar refugiada em cinzas de desespero
Ouve-se ao longe o nevoeiro
Sobre o olhar do mar a preto e branco…
O embalar dos barcos
Adormece o pequeno cavalgar das ondas,
Enfeitiça os peixes que sobrevivem
Entre bolhas e caules afogados na escuridão…
Sepulturas escondidas nos corais…
Plantas cristalinas que repousam
No oceano húmido de petróleo...
(É uma magia transcendente
Esta que me invade as narinas do sentir)
Emerge o toque na brisa,
No encanto da voz do céu,
Nos dementes castelos de areia branca
Que vão e se desfazem no ar...
O sol desponta o ponto d’ouro
Que caminha lentamente
Sobre a espinha dorsal de uma nuvem,
Aquece a terra virgem,
E sobre o meu olhar
Nascem estrelas cristalinas
Na epiderme do mar...
Sobre o olhar do mar a preto e branco…
O embalar dos barcos
Adormece o pequeno cavalgar das ondas,
Enfeitiça os peixes que sobrevivem
Entre bolhas e caules afogados na escuridão…
Sepulturas escondidas nos corais…
Plantas cristalinas que repousam
No oceano húmido de petróleo...
(É uma magia transcendente
Esta que me invade as narinas do sentir)
Emerge o toque na brisa,
No encanto da voz do céu,
Nos dementes castelos de areia branca
Que vão e se desfazem no ar...
O sol desponta o ponto d’ouro
Que caminha lentamente
Sobre a espinha dorsal de uma nuvem,
Aquece a terra virgem,
E sobre o meu olhar
Nascem estrelas cristalinas
Na epiderme do mar...
Sexta-feira, Outubro 06, 2006
Segunda-feira, Outubro 02, 2006
Segunda-feira, Setembro 25, 2006
Sexta-feira, Setembro 22, 2006
Segunda-feira, Setembro 11, 2006
Quinta-feira, Setembro 07, 2006
Domingo, Agosto 20, 2006
Interstício do crepúsculo do dia
Persigo-me tão desumanamente
Como presa “non grata”,
Comendo vivo
O trago de vinho
Das embaladas vinhas
De minha casa
Tentando o voo
Do esqueleto embalsamado,
Puro aconchego
Da língua aguçada,
Enlaçada,
Nas asas cortadas
Rios de espumante alba,
Salgada,
Que desdobram a alma,
Tenebrosa água
Vinculada
Na silhueta da bruma...
TIC TAC
TIC TAC
O relógio não pára
E o tempo
Escasseia pelos dedos,
Opiáceo fumo que esvoaça
Enlaça-se
Na alta lua
Cansada,
Evacuada
Nas nuvens
Que param...
A brisa
Que passa
Desfaz o olho
Em lágrima...
Canta o canto
Amargurada mágoa!
Venturosa vinda
Do crepúsculo do dia
Aqui e ali
Ainda se respira...
Como presa “non grata”,
Comendo vivo
O trago de vinho
Das embaladas vinhas
De minha casa
Tentando o voo
Do esqueleto embalsamado,
Puro aconchego
Da língua aguçada,
Enlaçada,
Nas asas cortadas
Rios de espumante alba,
Salgada,
Que desdobram a alma,
Tenebrosa água
Vinculada
Na silhueta da bruma...
TIC TAC
TIC TAC
O relógio não pára
E o tempo
Escasseia pelos dedos,
Opiáceo fumo que esvoaça
Enlaça-se
Na alta lua
Cansada,
Evacuada
Nas nuvens
Que param...
A brisa
Que passa
Desfaz o olho
Em lágrima...
Canta o canto
Amargurada mágoa!
Venturosa vinda
Do crepúsculo do dia
Aqui e ali
Ainda se respira...
Quarta-feira, Julho 12, 2006
Quinta-feira, Julho 06, 2006
Segunda-feira, Julho 03, 2006
Segunda-feira, Junho 26, 2006
Sábado, Junho 10, 2006
Quarta-feira, Junho 07, 2006
Quarta-feira, Maio 31, 2006
Terça-feira, Maio 23, 2006
Segunda-feira, Maio 22, 2006
Quarta-feira, Maio 17, 2006
Terça-feira, Maio 16, 2006
Sexta-feira, Maio 12, 2006
Quinta-feira, Maio 04, 2006
Sábado, Abril 29, 2006
Quarta-feira, Abril 26, 2006
Segunda-feira, Abril 24, 2006
Pedras de sal
Na linha do Horizonte
O azul bebe os soluços salgados do mar
O espectro solar do corpo
Torna-se harmoniosamente branco
Por entre os pelos que a pele
Transporta e esconde
Por instinto,
A luz do céu curva-se no meu interior,
Chicoteia-me no umbigo
Um rebentamento de cataratas exteriores
A brisa que corre chama o escutar,
Acorda o deserto que me caminha p’las costas
E ilumina a magia do quebrar das ondas
Que esboçam o derreter do surf celestial das gotas
Extasiada pelo fumo que me foge dos dedos,
Tropeço na fera que me doma o chicote,
E na concavidade de um aroma a maresia
Solto o mecanismo mesquinho
Que insiste em dar vida à loucura
Inspiro e penetro na sopa primordial dos corais
Onde existem cordas de violinos
E sopros de saxofones que arranham a espuma
Pelas costas crescem-me rios de sal
Que navegam pelos jardins do mar
Enquanto me entrego ao néon dos reflexos marítimos
Flutuo...................
Repouso...............
Suspiro.................
Acaricio o céu com timidez...
E entre os lábios molhados...
Sussurro-lhe:
-...aahhhhhhhhh....
Tomara eu transformar-me em poema,
Vestir asas repletas de letras
E lamber os espinhos brancos
Daquelas coisas que vão e se desfazem,
Pelo ar, feitas loucas…
O azul bebe os soluços salgados do mar
O espectro solar do corpo
Torna-se harmoniosamente branco
Por entre os pelos que a pele
Transporta e esconde
Por instinto,
A luz do céu curva-se no meu interior,
Chicoteia-me no umbigo
Um rebentamento de cataratas exteriores
A brisa que corre chama o escutar,
Acorda o deserto que me caminha p’las costas
E ilumina a magia do quebrar das ondas
Que esboçam o derreter do surf celestial das gotas
Extasiada pelo fumo que me foge dos dedos,
Tropeço na fera que me doma o chicote,
E na concavidade de um aroma a maresia
Solto o mecanismo mesquinho
Que insiste em dar vida à loucura
Inspiro e penetro na sopa primordial dos corais
Onde existem cordas de violinos
E sopros de saxofones que arranham a espuma
Pelas costas crescem-me rios de sal
Que navegam pelos jardins do mar
Enquanto me entrego ao néon dos reflexos marítimos
Flutuo...................
Repouso...............
Suspiro.................
Acaricio o céu com timidez...
E entre os lábios molhados...
Sussurro-lhe:
-...aahhhhhhhhh....
Tomara eu transformar-me em poema,
Vestir asas repletas de letras
E lamber os espinhos brancos
Daquelas coisas que vão e se desfazem,
Pelo ar, feitas loucas…
Nocturno
Escuto,
Sobre a manifestação do debruçar das ondas
A bruma que me agasalha a dor...
Ainda sinto cálices de abandono
Que me perturbam o corpo
Enquanto a espuma traz à costa
Beijos de ódios vivos
O castelo abre-se em chamas,
Inunda-se no árduo trabalho
Das pedras, que tecem o poema
As palavras bebem-me a alma, o pensamento,
Transformam-me em animal liberto,
Pronto para espumar a raiva
Da revolta em orgasmos
No horizonte,
Um nítido desbotar do céu
Posiciona-se no crepúsculo
- SEM PIEDADE -
Parece querer que (re)descubra
As variações quentes das sombras
Mas o sopro das perguntas
Continua a ressoar pelo labirinto da mente,
E recordo:
...Há muito que a cruz se transformou
Numa interrogação feita-de-jade...
E agora...
E assim...
Resta-me apenas abraçar o luto da noite
Onde brilham garras no céu escuro
Na disformidade da lua que acolhe o Nocturno...
Sobre a manifestação do debruçar das ondas
A bruma que me agasalha a dor...
Ainda sinto cálices de abandono
Que me perturbam o corpo
Enquanto a espuma traz à costa
Beijos de ódios vivos
O castelo abre-se em chamas,
Inunda-se no árduo trabalho
Das pedras, que tecem o poema
As palavras bebem-me a alma, o pensamento,
Transformam-me em animal liberto,
Pronto para espumar a raiva
Da revolta em orgasmos
No horizonte,
Um nítido desbotar do céu
Posiciona-se no crepúsculo
- SEM PIEDADE -
Parece querer que (re)descubra
As variações quentes das sombras
Mas o sopro das perguntas
Continua a ressoar pelo labirinto da mente,
E recordo:
...Há muito que a cruz se transformou
Numa interrogação feita-de-jade...
E agora...
E assim...
Resta-me apenas abraçar o luto da noite
Onde brilham garras no céu escuro
Na disformidade da lua que acolhe o Nocturno...
Sexta-feira, Abril 21, 2006
Quarta-feira, Abril 19, 2006
Segunda-feira, Abril 17, 2006
Quinta-feira, Abril 06, 2006
Segunda-feira, Abril 03, 2006
Domingo, Abril 02, 2006
"Gato voador"
"De certo já vos comunicaram ou já terão visto na televisão o chocante video apelidado de «gato voador» por dois jovens Montemor-o-Velho, que durante algum tempo roubaram na sua zona gatos domésticos para depois os atirarem do alto do castelo de montemor.
O video exibe um gato aparentemente calmo ao colo de um delinquente de 19 anos excitado. E muito rapidamente e sem qualquer remorso este miúdo atira os gatos de uma altitude bizarra. O outro jovem gravaria tudo isto no seu telemóvel. Mais tarde os dois adicionariam música tecno e enviariam aos seus amigos.
Quando este video foi divulgado a um professor, este caso foi parar às mãos da Animal. Só divulgo isto porque temos novidades...O indivíduo que atirava os gatos do alto do Castelo de Montemor foi prontamente identificado pela GNR. A GNR está agora em averiguações para apurar se haverá matéria criminal (referente aos eventuais furtos e ao eventual dano, caso a GNR consiga descobrir se os animais tinham “dono”).Caso se confirme que os gatos foram retirados a alguém, o indivíduo em causa pode ser processado pelos crimes de furto e dano (por lhes ter provocado a morte), afirma ao JN o jurista António Marinho Pinto. O advogado acrescenta ainda que o gato tem um valor económico e afectivo, para efeitos de eventual pedido de indemnização.A Câmara Municipal fez saber que este processo, que levará pelo menos ao pagamento de uma coima no valor entre 500 a 3740 euros, será tratado com a maior prontidão possível. Este acontecimento teve destaque no jornal DN, Destak e na TVI."
O video exibe um gato aparentemente calmo ao colo de um delinquente de 19 anos excitado. E muito rapidamente e sem qualquer remorso este miúdo atira os gatos de uma altitude bizarra. O outro jovem gravaria tudo isto no seu telemóvel. Mais tarde os dois adicionariam música tecno e enviariam aos seus amigos.
Quando este video foi divulgado a um professor, este caso foi parar às mãos da Animal. Só divulgo isto porque temos novidades...O indivíduo que atirava os gatos do alto do Castelo de Montemor foi prontamente identificado pela GNR. A GNR está agora em averiguações para apurar se haverá matéria criminal (referente aos eventuais furtos e ao eventual dano, caso a GNR consiga descobrir se os animais tinham “dono”).Caso se confirme que os gatos foram retirados a alguém, o indivíduo em causa pode ser processado pelos crimes de furto e dano (por lhes ter provocado a morte), afirma ao JN o jurista António Marinho Pinto. O advogado acrescenta ainda que o gato tem um valor económico e afectivo, para efeitos de eventual pedido de indemnização.A Câmara Municipal fez saber que este processo, que levará pelo menos ao pagamento de uma coima no valor entre 500 a 3740 euros, será tratado com a maior prontidão possível. Este acontecimento teve destaque no jornal DN, Destak e na TVI."
Sábado, Abril 01, 2006
Quinta-feira, Março 30, 2006
Quarta-feira, Março 29, 2006
Terça-feira, Março 28, 2006
Domingo, Março 26, 2006
Rasgam-se os tempos
Do meu relógio marítimo...
Onde está a luminosidade do poema?!?!
Esqueci-me de levantar
A cortina das letras...
Do meu relógio marítimo...
Onde está a luminosidade do poema?!?!
Esqueci-me de levantar
A cortina das letras...
Sábado, Março 25, 2006
Sexta-feira, Março 24, 2006
Terça-feira, Março 21, 2006
Quinta-feira, Março 16, 2006
Quarta-feira, Março 15, 2006
Recital de poesia
STRÁS!!!!!!!!!!!!
A corrente do pensamento colapsa no interior.
Curva-se a memória de um passado... passado!
- Nova tentativa -
Observo... escuto... declamo o poema...
Os perfumes alojam-se nas copas das letras
E a sua simplicidade resume-se ao cheiro
Que secretamente invade o sentir das almas
Que têm a ousadia de achar e tocar o seu leito
(Enquanto esperam que a felicidade lhes bata à porta
Ou simplesmente porque não têm mais nada para fazer)
Encosto-me,
Por breves momentos,
Num epicentro secular
De um grito mudo
Crio a ausência do que me rodeia
Numa simples fuga à luminosidade
Enquanto deixo o absinto soltar o “Às”
De todas as espadas
Ausento-me da ausência
E corro novamente
Para o peito do poema
Onde o sonho emigra
Regresso ao interior da musicalidade
Dos ritmos íntimos aprazíveis
Dedos de metáforas oferecem ao corpo sementes de paz ,
Da água das palavras explode o sentimento dos versos
Nos (poucos) olhares esfomeados que os esperam
E nos (muitos) olhares que os observam
Neste momento
Não importa o quanto pequena
Insignificante e absurda
É a minha vida...
Porque estou cá
Para sentir, tocar e cheirar
As letras, as músicas, os versos.
Estou cá para sentir, oferecer e escutar
As palavras...as palavras...
A essência....a essência....
Os tambores...os tambores...
O fracturar da ténue barreira
Entre o Ser-se e não se Ser
Aqui...
Os ossos quebram-se no êxtase das palavras
Bebe-se a sabedoria que nos sustenta a respiração
Os orgasmos são múltiplos e transcendentes
Derivam do sentir, do ouvir e escutar da mente
A língua enche-se de folhas doces
E a noite lentamente amanhece o poema...
(...Talvez seja aqui a secreta morada de dEUS...)
Pobre o Homem que constrói a realidade
E não o sonho...
A corrente do pensamento colapsa no interior.
Curva-se a memória de um passado... passado!
- Nova tentativa -
Observo... escuto... declamo o poema...
Os perfumes alojam-se nas copas das letras
E a sua simplicidade resume-se ao cheiro
Que secretamente invade o sentir das almas
Que têm a ousadia de achar e tocar o seu leito
(Enquanto esperam que a felicidade lhes bata à porta
Ou simplesmente porque não têm mais nada para fazer)
Encosto-me,
Por breves momentos,
Num epicentro secular
De um grito mudo
Crio a ausência do que me rodeia
Numa simples fuga à luminosidade
Enquanto deixo o absinto soltar o “Às”
De todas as espadas
Ausento-me da ausência
E corro novamente
Para o peito do poema
Onde o sonho emigra
Regresso ao interior da musicalidade
Dos ritmos íntimos aprazíveis
Dedos de metáforas oferecem ao corpo sementes de paz ,
Da água das palavras explode o sentimento dos versos
Nos (poucos) olhares esfomeados que os esperam
E nos (muitos) olhares que os observam
Neste momento
Não importa o quanto pequena
Insignificante e absurda
É a minha vida...
Porque estou cá
Para sentir, tocar e cheirar
As letras, as músicas, os versos.
Estou cá para sentir, oferecer e escutar
As palavras...as palavras...
A essência....a essência....
Os tambores...os tambores...
O fracturar da ténue barreira
Entre o Ser-se e não se Ser
Aqui...
Os ossos quebram-se no êxtase das palavras
Bebe-se a sabedoria que nos sustenta a respiração
Os orgasmos são múltiplos e transcendentes
Derivam do sentir, do ouvir e escutar da mente
A língua enche-se de folhas doces
E a noite lentamente amanhece o poema...
(...Talvez seja aqui a secreta morada de dEUS...)
Pobre o Homem que constrói a realidade
E não o sonho...









































































































































































































